sábado, 26 de junho de 2010

Perfume de Morte

E no furor de meus ossos abertos
sinto a chama viva da morte
algo reluzente me afaga os olhos
um brilho de fim do túnel.

Sinto realmente o frio ósseo
em meu corpo fino de pura pele
sinto o frio da doce morte
vindo diante de mim assim
subindo pelo meu corpo
indo até a êxtase de meu ser.

Enfim sinto o perfuma da morte
num revoar de vento forte
vindo em minha única direção
vindo apenas para mim.

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