Ante vidas
e enormes mortes
vou
mas para onde
não sei!
Mortes
encruzilhadas
vidas inteiras
em caixões
pois quanta
morte há
na vida?
Tanta vida
há na morte
quem se fica
louco.
Quantas vidas
há na morte
mesmo?
domingo, 20 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
Sete Palmos
Vejo mais um palmo cavado
um buraco negro enorme
que me levará a outra
louca dimensão.
O certo é sete palmos
para me cair por inteiro
e não mais voltar aqui.
Mais outro palmo cavado
a pá escava sem descanso
a enxada ajuda no trabalho
o certo é sete palmos
bem medidos
para dar certo.
Até agora foi três palmos
de terra negra cavada
falta quatro palmos certos
pois o certo mesmo é
sete palmos bem medidos.
Sete palmos, este é o certo
foi até agora cinco palmos
a terra vira lama na chuva
dificulta ainda mais
a minha vida morte.
Cinco palmos quebrados
foi e continua indo
o buraco é cavado
cada vez mais fundo.
Seis palmos certos
falta um palmo só
os cavadores não param
bichos mais variados
saem desse buraco negro
vejo meu futuro resto
em seis palmos e meio.
Quase sete palmos
já preparam minha nave
cordas bem fortes
fecham a porta
sete palmos conseguidos
me desejem Bon voyage
para mim
não volto mais aqui.
um buraco negro enorme
que me levará a outra
louca dimensão.
O certo é sete palmos
para me cair por inteiro
e não mais voltar aqui.
Mais outro palmo cavado
a pá escava sem descanso
a enxada ajuda no trabalho
o certo é sete palmos
bem medidos
para dar certo.
Até agora foi três palmos
de terra negra cavada
falta quatro palmos certos
pois o certo mesmo é
sete palmos bem medidos.
Sete palmos, este é o certo
foi até agora cinco palmos
a terra vira lama na chuva
dificulta ainda mais
a minha vida morte.
Cinco palmos quebrados
foi e continua indo
o buraco é cavado
cada vez mais fundo.
Seis palmos certos
falta um palmo só
os cavadores não param
bichos mais variados
saem desse buraco negro
vejo meu futuro resto
em seis palmos e meio.
Quase sete palmos
já preparam minha nave
cordas bem fortes
fecham a porta
sete palmos conseguidos
me desejem Bon voyage
para mim
não volto mais aqui.
Minha Criação
Poesia da palavra errada
brasileira da gema
da casca do ovo
de galinha.
Quem te viu e quem te vê
minha louca poesia
tomou fermento, cresceu
criou pernas, braços,
cabeça.
Anda-te minha obra
como andou o monstro
de Frankenstein
se espalhe e vá!
Como queria te ver
pelo mundo andando
indo por aí.
Anda-te e vá!
Você cresceu, poesia
não precisa mais de mim.
brasileira da gema
da casca do ovo
de galinha.
Quem te viu e quem te vê
minha louca poesia
tomou fermento, cresceu
criou pernas, braços,
cabeça.
Anda-te minha obra
como andou o monstro
de Frankenstein
se espalhe e vá!
Como queria te ver
pelo mundo andando
indo por aí.
Anda-te e vá!
Você cresceu, poesia
não precisa mais de mim.
sábado, 12 de dezembro de 2009
Acróstico
Amor quase certo
Canalizado
Revizado
Ótimo
Se
Tenta
Insistentemente
Conseguir, mas como e
Onde?
Desepicionante
Acontecimento
Busco
Uma
Senhorita
Cativa
Amorosa
Donde?
Onde?
Coração
Espatifado
Razurado
Totalmente
Ociosso
Amor
Mortífero
Odiável
Rebuscado
Canalizado
Revizado
Ótimo
Se
Tenta
Insistentemente
Conseguir, mas como e
Onde?
Desepicionante
Acontecimento
Busco
Uma
Senhorita
Cativa
Amorosa
Donde?
Onde?
Coração
Espatifado
Razurado
Totalmente
Ociosso
Amor
Mortífero
Odiável
Rebuscado
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