domingo, 19 de fevereiro de 2012

No meu desespero... dou risada

Eu rio é de desespero
Pois meu pranto não pode aparecer
Rio de cansado, de dor, de tristeza
Pois a própria alegria me abandonou.

E sigo assim rindo, bem idiota
E ninguém me entende
E nem faço questão da compreensão
E nem faço questão do público.

Meus risos são prantos disfarçados
Meus dentes em forma de alegria
Querem dizer que estão em choro
Minha face tenta disfarçar
Para que ninguém perceba meu pranto
Meu simples desespero.

Eu rio
Mas de cansado
Mas de dor
De desespero
Pois a alegria mesmo
Esta não vem.

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