Viajo pela imensidão
da mente fantástica
de um ser humano
de uma máquina de pensar.
Vejo absurdos errantes
andantes de minha mente
tão mentirosa
fantasiosa.
Veraneios malucos
pelo louco inconsciente
ciente de que talvez
nunca voltarei.
Piadas non-senses
os sem-sentidos da vida
a sem vida da morte
os segredos irreveláveis
se revelam no momento
agora.
Vidas secas
vidas mortas
vidas morféticas morfina
vidas evidenciadas
pela própria vida morta
morrida
matada
amputada.
Vejo mortas flores
resistindo a vida inteira
pela morta vida
sonhos inesplicáveis
sonhos não vistos
esquecidos
não lembrados
não sonhados
pesadelos de monstros
bicho-papão
perdas.
Viajo pela mente
da máquina humana
imperfeitas das máquinas
defeituosa
destruidora
inacabada
surreal
destruída.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Por favor, digam o que acham de meus poemas.