O vento assopra a morte
que vem voando por aí
sem medo de matar
sem medo de morrer.
A morte vem com o vento
em carona maldita
em rápidas velocidades
como quem primeiro
quer à algum lugar chegar.
No paradigma do vento morto
instiga-me a morrer junto
como morte súbita
num único vento rasteiro
para me levar morto.
Vem o vento morto
numa rapidez luxiática
rumo a alguém
rumo a uma morte certa.
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