segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Cadeira de Balanço

Sonhos de verão
em uma cadeira de balanço
nove horas
da noite
do dia
o café frio de sempre
imaginação gelada de sempre.

Sonhos eternos
num sono nada eterno
dez horas acordar
o mundo real volta
como um sonho ou pesadelo
mal sonhados.

Noites e dias de verão
na cadeira de balanço
parados os dias e as horas
os sonhos e pesadelos
parados a viida e a morte
numa cadeira de balanço.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Por favor, digam o que acham de meus poemas.