sexta-feira, 2 de julho de 2010

Dedicatória

Já nada sentem ao ver a tua lápide
já nem desejos de amor sentem mais
e a dor simplesmente se apagou
pois já nada lembram de tua morte.

E a saudade ficou contida
dentro de uma caixa de madeira
num desejo louco de morrer
de se esvair para fora
de gritar para ouvirem
para saberem que ela existe.

Já nada sentem pelo teu corpo enfermo
repousando em paz num túmulo
pois a vida agora te esqueceu
pois são os poucos que te quer
pois ~são poucos os que lembram
assim como eu te lembrei neste poema
dedicado a você.

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