domingo, 28 de março de 2010

O Algo

Um folk e uma fossa
tristeza e alegria
que se encontram assim.

A cor sem vida
vida sem cor
monotonias
crenças diversas
risos
ser ninguém.

Um pingo de pinga
uma vida inteira
um pedaço de poesia
uma letra folk
um caso a mais
algo sem noção
minha vida.

Algo assim, sabe?
também não sei
também queria saber
a fossa que me alegra
o folk que me entristece
a vida minha vida
o algo sem sentidos
os sentidos comuns.

Algo sem vida
algo sem cor
algo sem algo
para felicitar
um ao outro.

E esse um sou eu
e esse outro sou eu
e esse aqui sou eu
e essa fossa é minha
e não é minha.

Sou apenas o algo
sem nenhum sentido
sem nenhuma noção
o algo que sou eu.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Por favor, digam o que acham de meus poemas.