E preso estou
No eu mesmo
Que nem sou eu.
Crueldade de minha mente
Me prender nesse eu
Que nem eu sou
Esse eu tão fajuto
Tão mendigo
Tão eu.
Covardia minha mesmo
Me prender nesse eu
Que nem eu sou
Que nem eu é...
E assim sigo preso
Nesse eu que não sou
Por pura obrigação de mim mesmo
Que sou tão covarde ao ponto
De me prender no eu que não sou eu.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Por favor, digam o que acham de meus poemas.