Homens
negros
brancos
pardos
cor-de-rosas
marcham
a marcha
da vida.
Todo dia
o mesmo dia
de tédio.
Sempre
carros
atordoam
a vida
a morte
a candura
do dia.
A noite vem
como relâmpago
como morte
súbita
como
adeus
de namorados.
O sol nasce
e ninguém vê
ignoram-o
como se não
existisse
sol.
A lua
pobre coitada
desprezada
na noite
esquecida
no dia
chora
sem ninguém
perceber.
O mundo é
cruel
maldito
e o pior
é que nós
fazemos
por merecer.
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